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Missão Continente e ICS-ULISBOA apresentam estudo que retrata sustentabilidade em Portugal

Missão Continente e ICS-ULISBOA apresentam estudo que retrata sustentabilidade em Portugal

2019-09-11
As questões ambientais, a estabilidade da economia nacional e a alimentação saudável estão entre as principais preocupações da população portuguesa, tal como evidencia o estudo encomendado pela Missão Continente ao Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa (ICS-ULisboa).

No âmbito da sua atuação, a Missão Continente apresenta o II Grande Inquérito de Sustentabilidade em Portugal, com coordenação científica do ICS-ULisboa, que acontece no dia 4 de setembro, às 09h30, no Auditório Sedas Nunes daquele Instituto. Este projeto tem por objetivo contribuir para o desenvolvimento sustentável do país e, em particular, das comunidades, reconhecendo a importância da informação para o conhecimento das diferentes realidades e para a adequação das estratégias.

Acreditando que o desenvolvimento sustentável é responsabilidade de todos – Governo, empresas, sociedade civil e cidadãos –, o II Grande Inquérito dedica blocos específicos às temáticas da alimentação, do desperdício alimentar, da economia circular e da rastreabilidade/transparência dos produtos, pelo que importa salientar algumas das conclusões consideradas relevantes:

Desde logo o facto de, apesar de ultrapassada a fase de maior instabilidade económica que se registou em Portugal nos anos da crise económica e das políticas de austeridade, a sociedade portuguesa, no geral, não ter deixado de continuar a sentir-se afetada por condicionantes económicas identificando como preocupações principais o Desemprego/Precariedade Laboral (38,8%) e os Salários baixos / Poder de compra (29,2%).
Por sua vez, a questão da Corrupção é também encarada como extremamente problemática para Portugal por 26% dos inquiridos, logo seguida por 24,5% preocupados com o acesso à saúde (sobretudo os mais velhos).

Ainda a destacar, as preocupações ambientais (sobretudo dos mais novos) com 19,6% dos inquiridos a considerarem que a degradação ambiental e os riscos inerentes são os principais problemas com que Portugal se confronta atualmente. Daí se justifica, por exemplo, que os consumidores abordados se mostrem disponíveis seja para reduzir o consumo de plásticos recorrendo a embalagens mais duráveis e reutilizáveis (34,9%), seja para substituir o plástico por outras alternativas biodegradáveis (34,6%) ou para promover a sua recolha e reciclagem (30,6%).


Ver press release na íntegra em anexo
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